Dicas para torcer e não fazer feio com o chefe


Nesta terça-feira, 15, às 15h30m, a seleção brasileira entra em campo para representar o país em mais uma Copa do Mundo. Como é dia útil, muitas pessoas irão assistir ao jogo ao lado dos colegas de trabalho. Paixão nacional, o futebol pode alterar os ânimos. Para evitar possíveis problemas, são necessários alguns cuidados. A consultora em gestão de carreira e imagem Waleska Farias explicou para o Opinião e Notícia algumas regras de etiqueta. Dicas fundamentais para uma época em que os excessos podem até custar o emprego.

1- Em sua opinião, as empresas devem mesmo liberar os funcionários para assistir às partidas?

Essa é uma decisão particular e cabe a cada empresa avaliar a viabilidade da dispensa dos funcionários. É necessário que haja discernimento quanto aos desdobramentos recorrentes da suspensão do trabalho nos dias dos jogos.

Algumas empresas atuam em segmentos com demanda de continuidade do trabalho, dada a importância dos serviços prestados. Como por exemplo, bancos, hospitais, supermercados, farmácias onde, normalmente, as solicitações têm caráter de urgência. Além do resultado em cadeia: empresas e pessoas que dependem da regularidade do trabalho para cumprirem seus prazos e compromissos e não serem penalizados.

É importante ressaltar que vários profissionais e empresas dependem da retomada do ritmo de trabalho para garantirem um retorno financeiro que comporte as despesas fixas. Nesses casos, menor número de horas trabalhadas significa déficit de caixa ao final do período.

2- Você acredita que um ambiente de confraternização serve para criar um melhor vínculo entre os funcionários?

Todas as iniciativas que contribuam para uma maior integração entre os grupos são sempre benéficas. Nesse caso, em especial, lidamos com um tema de fervor coletivo em prol de um propósito em comum: a copa do mundo!

Esse tipo de evento deveria dilatar a disposição das pessoas no que tange a uma maior aproximação uma das outras nesse intercâmbio de alegria e cumplicidade.

3- Quais são as boas práticas na hora de torcer em companhia de colegas de trabalho?

Cautela e bom senso são os principais ingredientes para uma convivência pacífica.

Muitas pessoas excedem-se e acabam por comprometer o clima amistoso do evento. É bom lembrar que cada um reage de forma diferente diante de determinadas situações. É comum vermos torcedores tornarem-se agressivos pela ansiedade excessiva geradora de stress. Nesses momentos é politicamente correto evitar provocações e contestações para não gerar conflitos.

Bebidas alcoólicas, gritos, palavrões e brincadeiras em excesso trazem consequências desastrosas. Portanto, manter certa vigilância nesses quesitos é recomendável.

Uma boa pedida é evitar exposições e ter a consciência de que nem todos vão estar na mesma frequência que você. Mantenha o seu limite e respeite o espaço do outro.

4- Caso haja bebida alcoólica, qual deve ser a postura do funcionário (mesmo que não haja expediente após o jogo)?

Beber com parcimônia é premissa básica. Principalmente em ambiente de trabalho. O álcool em excesso promove excitação e embota o nível de consciência. Uma soma bombástica para nos fazer sair do trilho e exceder os limites.

Vale lembrar que, a despeito de estarmos em clima de comemoração, é território de trabalho, portanto estaremos sob a observação de várias pessoas e dentre elas, quem sabe, nosso chefe.

O que for feito sob o efeito do álcool vai ficar registrado como um deslize para os expectadores. A Copa acabará, mas as pessoas continuarão a lembrar do que você fez. Além do que, beber durante o jogo e ter de voltar a trabalhar em seguida é contraproducente.

Nesse caso, vale a pena passar sem drinks e deixar para “bebemorar” depois.

Zele por sua imagem!

5- É de bom tom levar acessórios como bandanas, camisas da seleção, vuvuzelas etc?

Antes de tudo é de bom tom agir de forma que não incomode os colegas. Nem sempre o que é divertido para você é visto pelo outro da mesma forma. Como parte dos jogos serão assistidos no ambiente de trabalho, é indicado perguntar o que é ou não permitido. Dessa forma situações de “saia- justa”podem ser evitadas.
Quanto aos apetrechos que fazem barulho, independente do local, algumas vezes incomodam. Pergunte, sempre, se incomoda fazer uso dos mesmos.

Bom senso e paciência

– Nem sempre o que você julga ser “bom senso” é percebido da mesma forma pelo seu colega. Nesse caso, não espere pra ver, antecipe-se e pergunte se pode ou não fazer o que pretende.
– Tenha em mente que ao juntar várias pessoas com estilos diferentes num mesmo ambiente é muito provável que você mesmo incomode-se com alguns comportamentos. Paciência é a saída. Esse é um evento pontual e não vale á pena se indispor com o colega por conta de uma situação passageira.
– Blinde o ambiente: discussões polêmicas devem passar ao largo do grupo.
– A melhor saída é, sempre, tentar o caminho do meio. Cada um cede um pouco e todos têm diversão garantida.

No mais, vamos ao Hexa!

Por Rafael Vitoriano – Opinião e Notícia

Nada de vuvuzelas no trabalho heim!! rs

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